sexta-feira, 10 de agosto de 2012

DOURADO EM MG COM A POSEIDON!


FOTOS DE PESCARIA!


DESCUBRAM LOGO ABAIXO FOTOS DE UM BELÍSSIMO DOURADO! FOTOS GENTILMENTE ENVIADAS POR NOSSO AMIGO GABRIEL AUGUSTO, PESCADOR DA CIDADE DE VICENTE DE MINAS EM MG.



EQUIPAMENTO: MOLINETE "TRITON BLACK STAR" E ISCA ARTIFICIAL "FURY PERFECT SWIM 150 VR" DA POSEIDON BRASIL.



PARABÉNS AO NOSSO AMIGO GABRIEL AUGUSTO! 

MAIS UMA PESCARIA DE SUCESSO COM OS EQUIPAMENTOS DA POSEIDON BRASIL!

EQUIPE POSEIDON.

WWW.LOJA.POSEIDONBRASIL.COM.BR

quarta-feira, 18 de julho de 2012

POSEIDON NA PESCA TRADE SHOW 2012 e NA REVISTA PESCA & COMPANHIA!



POSEIDON NA PESCA TRADE SHOW 2012 (8 a 10 de agosto) e NA REVISTA PESCA & COMPANHIA DE JULHO


Caros amigos pescadores,

É com grande alegria que nós, da POSEIDON BRASIL,  compartilhamos com todos, a presença de nossa marca no maior evento da América Latina de pesca esportiva! Trata-se da 6a edição da Pesca Trade Show 2012, a mais importante feira de negócios de pesca amadora, que ocorrerá nos dias 8 a 10 de agosto em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca. 


Confiram também a POSEIDON na revista PESCA & COMPANHIA desse mês de julho! Durante a feira, vamos concorrer ao melhor produto do ano em 4 categorias!


Visitem nossas redes sociais e aguardem as novidades exclusivas que reservamos para os nossos amigos pescadores!

ÓTIMAS PESCARIAS A TODOS!

Equipe POSEIDON. 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A POSEIDON NO IATE CLUBE VELEIROS DA ILHA



CAMPEONATO DE PESCA NO IATE CLUBE VELEIROS DA ILHA: UM PESCADOR GANHOU UM KIT DA POSEIDON COM UMA VARA BOAT DE GRAFITE E UM MOLINETE. 



A premiação ocorreu no Iate Clube Veleiros da Ilha, dia 28 de junho, na véspera do campeonato de pesca organizado pelo Veleiros.


Na foto acima, Cleber Jardim, vencedor do sorteio, recebendo das mãos da Vera da Chumpesca o kit da Poseidon. 



Vara TRIDENTE The God’s Rage “Boat” 1.8





A vara TRIDENTE The God’s Rage do tipo “Boat” tem de 1,68 a 1,8 metros de comprimento, com duas seções e duas ponteiras. É perfeita para a pesca embarcada, tanto para jigging quanto para corrico. Possui duas ponteiras que possibilitam dois comprimentos, conforme tamanho da embarcação e condições de pescaria. O blank é fabricado em carbono tubular IM6, com boa leveza, ótima resistência ao esforço e a impactos e excelente sensibilidade.

Diferencial da vara TRIDENTE The God’s Rage “Boat” 1.8
- Feita à mão e projetada no Brasil para nossa realidade;
- Carbono tubular IM6, com boa leveza e ótima resistência ao esforço e a impactos;
- Design de alto padrão com ótimo acabamento;
- Passadores em cerâmica de excelente qualidade;
- Cabo em EVA com encaixe em bloco de alumínio e protetor;
- Cor: preto e azul.

MOLINETE TRITON BLACK STAR





O molinete Triton Black Star é fabricado com altos padrões de matérias primas, engenharia mecânica e tecnologia.
Molinete com relação custo-benefício excelente, com a alta qualidade da Poseidon fish hunting accessories®! Confira a mais nova opção de equipamento para pesca esportiva para quem procura bom preço, qualidade e garantia.
Força, acabamento e maciez, são os pontos fortes desse molinete que ainda oferece, com exclusividade, 1 ano de garantia, um Manual completo e um guia com Instruções de Manutenção Periódica.
Com avançado design, corpo fino (slim) ultra leve, mas com alta resistência dinâmica, 10 rolamentos, sistema de recolhimento anti-reversivo, além de carretel desenvolvido para facilitar os arremessos e muito mais.
Ótima opção de molinete para pesca com iscas artificiais, naturais, em água salgada ou doce!

Especificações técnicas:
Capacidade de linha
0,37/200 12/220
0,40/160 15/175
0,435/120 18/130
Relação de engrenagem: 4.7:1
Peso (sem embalagem): 400g
Drag: max. 6kg (testado fora d'água)
Cor: Preto e Prata Mecânico

Todos os modelos de molinetes POSEIDON possuem:
- Avançado design, corpo fino (slim), ultra leve, mas com alta resistência dinâmica;
- Sistema Anti-Reverso Infinito;
- 10 rolamentos (9+1 Ball Bearing): de esferas de aço inoxidável para um desempenho suave;
- Sistema Strong Roll: Rolamentos extremamente resistentes em aço inoxidável com a tecnologia de Anti-desgaste prematuro;
- Sistema Ano-perfect: Carretel forjado eletricamente pelo sistema de dupla anodização, que confere a durabilidade do alumínio e suas cores.
Obs.: Anodização é um dos tratamentos de superfície para metais menos agressivos ao meio ambiente. Seus efluentes são livres de solventes orgânicos e de metais pesados.
- Carretel com dupla perfuração (ou aliviado nos modelos TRITON), mais leve e com impacto direto no trabalho do rotor, proporcionando perfeita distribuição de linha;
- Suporta todos os tipos de linha multi-filamento, Spectra ou Dyneema e Nylon com grande gama química como filamentos de resina epóxi;
- Giro-Balance: Giro do rotor balanceado;
- Digital Build: Design do eixo principal desenvolvido para fricção zero;
- Hurricane Stop: redução avançada na torção de linha;
- Alças de alumínio com manopla de “esfera de alumínio” para recolhimentos com maior precisão e força;

FELIZ DIA DO PESCADOR A TODOS!

EQUIPE POSEIDON.

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

ANATOMIA DO PEIXE


A VISÃO E O OLHO DO PEIXE 



Durante muito tempo, se pensou que os peixes eram surdos, que eram cegos para as cores, atribuíram-lhes um sentido químico especial, substituindo o gosto e o olfato, imaginaram as funções mais diversas para sua linha lateral. É a prova da importância dos estudos científicos de laboratório, quando se trata de saber a verdade dentre as opiniões divergentes e frequentemente contraditórias dos observadores. 

A visão – Como no caso dos mamíferos, observam-se espécies cuja visão é excelente e outras que são quase cegas. Mesmo que tenha se estabelecido que o olho da enguia seja muito deficiente e que enxergue muito mal, não teríamos o direito de contestar que a truta é capaz de discernir detalhes ínfimos de estrutura ou de cores que diferenciam certos insetos. O olho do peixe funciona, é adaptado à água e é no ambiente aquático que é preciso estudar suas qualidades óticas. Sua lente, o cristalino, é quase esférica e concentra ao máximo os raios visíveis. As imagens dos objetos são formadas na parte anterior da retina: o peixe é míope. Este cristalino não é deformável como o nosso, a sua acomodação se faz exatamente como em uma máquina fotográfica na qual a regulagem da resolução resulta de um deslocamento do objetivo. As imagens estão nítidas de perto, já que o olho é míope, mas a acomodação possibilita sua visão à distância. O cristalino é puxado para trás e aproximado da retina por um músculo especial, o músculo lenticular. Quando este músculo se relaxa, a lente retorna para frente sob a ação de seu ligamento suspensório. A retina compreende cones, sensíveis às cores, e bastonetes, reagindo à quantidade de luz. Sua estrutura é menos fina do que a retina humana. 

Na figura 10, observam-se as mudanças nas células retinianas, conforme a quantidade de luz. À esquerda, com luz abundante, as células pretas se alongam, os bastonetes ficam profundos, os cones ficam na superfície. À direita, na penumbra, as células pretas se retraem, os bastonetes vão para frente e os cones se retiram em profundidade. Nesta última situação, os bastonetes estão dispostos da melhor forma possível para receber toda a luz disponível.

A visão das cores pelos peixes é, atualmente, um fato incontestável. As pesquisas em laboratório confirmaram que algumas espécies, sem dúvida alguma, são particularmente sensíveis às radiações vermelhas ou laranjas. Quando a luz diminui, a visão das cores baixa rapidamente e os peixes não conseguem mais discernir o vermelho, por exemplo, dos diversos tons de cinza. 
Sabe-se que a penetração das diversas radiações na água é muito diferente. O vermelho é absorvido primeiro (cores quentes) e o roxo (cor fria) penetra mais profundamente na coluna d’água. Essa penetração dos raios também varia consideravelmente, sendo muito fraca em águas turvas, com muitas partículas suspensas ou com forte vento que encrespa a superfície. A luz ultravioleta (UV) desce centenas de metros na coluna d'água e é enxergada por várias espécies de peixe, ao contrário do ser humano, incapaz de enxergá-la. Daí a importância do tratamento UV aplicado no verniz de algumas iscas artificiais, que faz com que a isca literalmente brilhe aos olhos do peixe, em maiores profundidades ou quando a luminosidade no ambiente aquático está mais fraca por causa da profundidade ou da turbidez da água. 

Sabe-se igualmente que os raios luminosos oblíquos são refletidos na passagem do ar na água e que os objetos imersos não estão exatamente onde os vemos da margem, mas mais próximos e mais achatados que na realidade. Dependendo do ângulo, os raios são refletidos pela superfície como em um espelho e os objetos se tornam invisíveis. Pelo mesmo motivo, os objetos que estão na margem aparecem deformados para os peixes. 

Fora do cone de 98 graus, o peixe vê a luz refletida a partir da lagoa.

À medida que o peixe mergulha em profundidade, estes objetos se tornam invisíveis. Para um ser aquático, a certa profundidade, a obscuridade é completa mesmo que o sol ainda brilhe no horizonte, porque os raios muito oblíquos não penetram mais na água.


Convém observar ainda que os peixes de água doce têm olhos  posicionados muito lateralmente e que seu campo de visão binocular é fraco, ora é pela visão binocular que se aprecia a profundidade e que os objetos se individualizam. No entanto, os peixes enxergam tudo em sua volta, seu ângulo de visão ficando muito próximo do círculo completo, já que atinge no mínimo 300 graus.


Fonte:
www.aquabase.org/articles/html.php3/anatomie-poisson=97.html
www.smkbud4.edu.my/Data/sites/vschool/phy/wave/refraction.htm


ÓTIMAS PESCARIAS A TODOS!


Equipe POSEIDON.

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

ISCAS POSEIDON NA BOCA DO PEIXE!

AMIGOS PESCADORES! 


EIS ALGUMAS FOTOS DA POSEIDON BRASIL EM AÇÃO. 
VOCÊ ENCONTRARÁ FOTOS NA BELÍSSIMA BARRA DA LAGOA E NA PRAIA DA ARMAÇÃO EM FLORIPA, NA AMAZÔNIA, COM NOSSOS AMIGOS DA PARCEL PESCA, NO MATO GROSSO, COM NOSSO AMIGO BECKMANN, NA PARAÍBA, COM NOSSO AMIGO JEOVACI E EM ALGUMA PRAIA MISTERIOSA, COM NOSSO AMIGO SAMUEL, O ALEMÃO DA PESCA.

 É A POSEIDON NA BOCA DO POVO E NA BOCA DO PEIXE! 


Robalo com a Predator 4 + 1 de 90mm.


Garopeta e Espada em teste com a isca Gold Swim 115 mm, futuro lançamento 2012 da Poseidon!
Poseidon na Amazônia!


Iscas Octopus, Shadow Crank, Splash e Articular no Mato Grosso do Sul!
Isca Splash BE da Poseidon na boca de um belo Matrinxã.

Isca Predator 4 + 1 90 mm na boca de outro Matrinxã!


Isca Natural Attraction na boca de um Tucunaré na Paraíba.

Isca Pró-Venom 70 mm na boca de um Pampo briguento no litoral catarinense.



A POSEIDON DESEJA ÓTIMAS PESCARIAS A TODOS!!!

PRATIQUE O PESQUE E SOLTE!

Equipe Poseidon.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ENSAIO DE REFLEXÃO ULTRAVIOLETA DAS ISCAS POSEIDON


Tecnologia: Pessoal seguem as primeiras imagens dos ensaios inicias de reflexão ultravioleta das iscas Poseidon.
Esses ensaios visam complementar o estudo que estamos realizando sobre as cores e a Visão do Homem VS a Visão dos Peixes. Esperamos que vocês gostem!
Forte abraço!!
Poseidon Brasil
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Modelo: Octopus 140mm - Efeito obtido com simulação direta do ambiente marinho com raios ultravioleta

quinta-feira, 10 de maio de 2012

PESQUE E SOLTE, CATCH & RELEASE ou NO-KILL... E DEPOIS?!


Estudos sobre a prática do “Pesque e Solte”


Estudo 1: E depois da soltura?

1 / Estudo realizado por Norbert Morillas e Sylvain Richard* na França, publicado na revista Pêches sportives n°40, em septembre de 2002.

O que acontece com os peixes soltos pelo pescador?


As consequências da captura com linha estão relacionadas a três fenômenos: os efeitos ocasionados pelo combate e a manipulação, os ferimentos causados pelas garateias e os problemas ligados a uma despressurização muito rápida.  

Efeito fisiológico do combate

O combate corresponde para o peixe a uma atividade muscular intensa, tendo por consequência a rápida aparição de mecanismos anaeróbios (a energia não tem mais origem, como numa situação normal, nos fenômenos ligados ao uso do oxigênio). Estes mecanismos provocam então a produção de ácido lático, como durante a primeira fase de esforço para um esportista que não se aqueceu o suficiente antes da atividade física. Esta produção de ácido lático diminui a capacidade do sangue de transportar o oxigênio, o que resulta em dificuldades respiratórias para o peixe. Essas dificuldades não aparecem obrigatoriamente logo na soltura do animal e podem surgir de 2 até 8 horas depois do combate, para algumas espécies.

O estresse ligado à captura e às manipulações do peixe pode também provocar uma diminuição da taxa de linfócitos no sangue (ou glábulos brancos, células encarregadas da desefa imunitária).
Esse fenômeno resulta numa maior sensibilidade às doenças, sobretudo em águas infestadas por germes patógenos, ainda mais se a água for quente.

Os efeitos do estresse levariam 3 dias para desaparecer totalmente, conforme esses estudos.

Ferimentos ocasionados pelas garateias

A importância dos ferimentos depende estritamente da modalidade de pesca. O fator mortalidade é, neste caso, assimilado a uma única causa: a ruptura dos veios sanguínios da boca, das brânquias ou órgãos vitais internos (coração, fígado...) dos peixes. A mortalidade é, sobretudo, atribuída à profundidade que vai atingir a garateia (ou anzol!) na boca do peixe, que provoca lesões mais graves, conforme a profundidade.

Efeito de decompressão

O efeito é causado por tirar brutalmente o peixe de grandes profundidades, que sofre importantes diferenças de pressão, o que pode ter consequências mortais. Os resultados deste efeito ainda permanecem pouco conhecidos. Mas o que se sabe é que esse fenômeno varia em função da espécie.

Taxa de sobrevivência

Uma síntese de diversos estudos empreendidos sobre os salmídeos nos Estados-Unidos resulta globalmente nos resultados seguintes:

- A pesca com iscas artificiais permite uma taxa de sobrevivência, depois da soltura, de quase 95%, sem diferenças significativas entre os tipos de iscas.

- A pesca com isca natural resulta em taxas de mortalidade 10 vezes superiores às pescas com isca artificial; A mortalidade atinge então 50%. Em caso de enrosco profundo do anzol, o fato de cortar o fio rente à boca permite aumentar a taxa de sobrevivência de 20%.

- As iscas do tipo fly (ou mosca) têm taxas de mortalidade muito ligeiramente inferiores às outras iscas artificiais, sem que essa diferença seja significativa (4% contra 6% em média).

- O uso de garateias sem farpas não é determinante para reduzir os efeitos dos ferimentos. No entanto, a retirada da garateia é facilitada o que permite soltar o peixe mais rapidamente, reduzindo o estresse do animal.

Outros fatores influenciam também as taxas de mortalidade: tamanho e tipo de anzol/garateia, temperatura da água, condições de manipulação, etc.

Observem que esses resultados subestimam as taxas reais de sobrevivência. Esses experimentos são realizados em tanques, após a captura de peixes (selvagens ou domésticos), o que constitui um fator negativo aumentando artificialmente a mortalidade em relação às condições de pesca na natureza.

De fato, outro estudo realizado no rio Yellowstone, nos Estados-Unidos, revela uma taxa de mortalidade bem menor: 0,3% de mortalidade; esse resultado se explica também pela regulamentação (pesca unicamente com isca artificial) e a resistência da truta Cutthroat.

Essas informações permitem tranquilizar os pescadores esportivos sobre o futuro do peixe na prática do “pesque e solte”. Assim, é preciso manipular e soltar o peixe adequadamente e limitar ao máximo o tempo de manipulação do peixe fora d’água.

*Sylvain Richard et Norbert Morillas possuem diplomas do laboratório de hidrobiologia da faculdade de Besançon, na França.

Tradução e adaptação do artigo “Catch & Release, no-kill, et après...” publicado no site: www.moucheur.com/mortaliten.html

Equipe Poseidon.






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